domingo, 26 de dezembro de 2010
Fórum Internacional de Contadores de Histórias - 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
TOCO – UM ESPELHO REFLETOR DAS OPRESSÕES HUMANAS.
Ana Alice Müller
Mais do que fazer teatro, trabalhar nas comunidades com o teatro do oprimido é participar de um processo humano, coletivo e complexo. E até que ponto esse nosso trabalho pode vir ao encontro do auxilio das pessoas que entram em contato com esse fazer teatral, suas possibilidades e intencionalidades?
O teatro do oprimido proporciona para quem faz e quem assiste um crescimento enquanto “ser”, em importância e valia, nos torna conscientes de nossas fragilidades e de nosso potencial, para sobrepujar determinada situação de opressão. Fazemos o papel de espelho para refletir a percepção da opressão, essa responsabilidade faz com que nosso desafio seja tratar as cenas com bom senso e respeito, procurando fazer uma abordagem antecipada da realidade social, econômica e cultural em que aquelas pessoas vivem.
Nos perguntamos quais as questões que poderiam ser trabalhadas, depois de alguns jogos de entrosamento e aquecimento, já com uma confiança estabelecida?
Conforme disse Augusto Boal (1991), [...] o teatro não só oferece exercícios práticos da maior importância para atores profissionais, mas também para o homem comum, como meio de desentorpecer o corpo e a mente dos condicionamentos da vida atual e de ter acesso a essa elevada forma de expressão coletiva que é o TEATRO. Acabamos distribuindo a turma em grupos de três ou quatro e começamos um trabalho de conversas e indagações nas quais as mulheres vão colocando as opressões que vivem. Temos que fazer com que o espect-ator possa utilizar sua própria emoção, e assim possa lutar contra a opressão que reconheça refletida nas cenas. Um dos cuidados que o TOCO procura ter é encarar o trabalho com muito respeito pelas histórias de vida das pessoas, pois lidamos com as fragilidades, as opressões dos indivíduos, ao mesmo tempo que não é nosso objetivo darmos fórmulas nem receitas, eles é que devem achar as soluções para suas opressões.
Nossa intenção deve ser gerar um diálogo na sociedade fazendo com que os indivíduos desenvolvam sua autoconsciência, e desenvolvam mecanismos para o reconhecimento de onde vem sua opressão. É muito gratificante poder fazer um trabalho, onde as pessoas se percebam, se enxerguem realmente, e de ser uma mediadora para que isso aconteça. É enriquecedor, pois vamos percebendo que nos acostumamos com as opressões impostas pela família, pela sociedade e nos alienamos, incorporando estas opressões no nosso cotidiano, na nossa alma e isso aos poucos nos vai enrijecendo, quando percebemos estamos usando do mesmo experiente que é a opressão sofrida para oprimir. Para mim neste aspecto está á importância e a grande contribuição do teatro do oprimido, o individuo se enxerga também como opressor, podendo em algum momento tentar se libertar desta condição, pois somente tomando consciência de nossas ações é que podemos transformá-las.
Nas cenas sempre há o opressor, irredutível e intolerante, e nesta relação a qual nos colocamos, de espelhos refletores destes comportamentos opressores, me pergunto: qual o sentimento do opressor que se reconhece nas cenas? Indiferença? Vergonha? A que ponto o opressor é tocado? Este é o desafio do Teatro do Oprimido, que é fazer o opressor se reconhecer tanto quanto o oprimido, e também querer mudar, querer se tornar um indivíduo melhor.
O fascinante no trabalho do TOCO é o fato dele buscar uma intervenção junto a um determinado seguimento da sociedade, visando à inclusão social e o desenvolvimento humano onde ele atua, é a arte contribuindo na construção da cidadania, e de onde possa deixar multiplicadores atuando nestas comunidades, capazes de se fazerem agentes transformadores da rotina opressora que os rodeia. Estimulando cada vez mais a descoberta desses novos caminhos, provocando aos atores sociais e aos espect -atores para que estes visualizem novos rumos, onde o teatro possa se desenvolver.
Através de jogos, técnicas e exercícios do arsenal do oprimido. Augusto Boal mostra como é importante estimular o cidadão, seja ele ator ou não, a ter uma curiosidade critica, a desafiá-la a aprender a subjetividade do conteúdo, e não transformá-lo num repetidor de palavras, mas sim adquirir uma prática que não pode deter-se á leitura descontextualizada do mundo, ao contrário, vincula o homem nessa busca consciente de ser, estar e agir no mundo, num processo que se faz único e dinâmico , melhor dizendo, é apropriar-se da prática dando sentido à teoria e sobre esse conceito freire diz “[...] a práxis, porem, é ação e reflexão dos homens sobre o mundo para transformá-lo” (1983, p.40). Portanto, a função da prática é a de agir sobre o mundo para transformá-lo. E assim como um espelho refletor o TOCO vem procurando fazer seu papel social é nisso que nós os participantes deste projeto acreditamos.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
domingo, 24 de outubro de 2010
Agenda
1 Célio dos Santos Soares Júnior; co-autores: Fabiane Tejada da Silveira, Lucia Elaine Carvalho Berndt, Joice Ester Ayres Lima e Fátima Zanetti Portelinha Grupo Teatro do oprimido na Comunidade – TOCO
2 Vanessa Caldeira Leite O que pode a arte na escola?
3 Elisa da Silva Gerber Cartografia das ações educativas em arte: MALG e escola e galeria do IAD
4 Maria Isabel Petry Kehrwald A intertextualidade e suas acústicas no ensino das artes visuais
5 Ruhena Kelber Abrão Ferreira, Gabriela Nilson e Márcio Bonorino Figueiredo O circo como elemento de interdisciplinaridade entre as partes e educação física
6 Adriane Prestes Vasconcelos e Mirela Ribeiro Meira As relações de cuidado na escola e a transformação da convivência
8 Lucia Elaine Carvalho Berndt Teatro Formação artística – Projeto Rondon – Maranhão 2010
7 Eliane Eckert e Camila Gamino da Costa Projeto Rondon: um relato da capacitação de professores no sertão pernambucano
9 Michael Azevedo Kuhn Rondon- Uma experência em arte
COMUNICAÇÕES
2 Eduarda Gonçalves, Elisa da Silva Gerber, Helena Moschouts e Lilian Schwanz Ações educativas em arte: mediação da exposição recotada
3 Gessi de Almeida Könzgen e Maria Fonseca Falkembach Uma proposta para o ensino de dança para crianças de séries iniciais
4 Fabrício Gerald Lima Cartografia dos Fanzines Pelotenses
5 Adriane SchrageWächter A vida e obra de Guignard
6 Caroline Leal Bonilha, Igor Moraes Simões, Franciane Canês e Janína Schvambach A ficção normalizadora do sexo: pensando arte e currículo através da Teoria Queer
7 Gianne Zanella Atallah A mulher, a memória e a representação do sensível na educação musical
8 Paula Pereira Pinto A apreciação estética da beleza no decorrer dos séculos
9 Jade Garisto, Murilo Furlan, Thayse Nunes e Jandira PIBID HUMANIDADES: sub-projeto teatro
1 Sílvia Vargas Vasconcelos de Escobar As novas tecnologias mediando a formação docente em artes – reflexões sobre um projeto em desenvolvimento
2 Ana Manuela Farias Régis O quadrinho feminino japonês
3 Viviane Moraes Moreira O currículo-Mapa e o Professor-Ator: compondo a teia do conhecimento
4 Vitória Krüger Feldens e Mirela Ribeiro Meira Música aqui e música lá: entre os limites e as possibilidades de graduação e atuação profissional. Uma visão do trabalho com educação musical
5 Pablo Rodrigo Santoni Quadrinho para quê? Uma forma de aprendizado
6 Dynara Martinez Silveira A produção cultural de uma cidade como instrumento para construção de aprendizagens
7 Letícia Britto e Maristani Polidori Zamperetti A importância e repercussão da formação continuada na prática docente de professores de artes visuais - duas escolas públicas de Pelotas
8 Cássio da Silva Pinheiro Novo Telecurso Artes: Novos caminhos para Arte/Educação a distância
1 Adriana Castro Garcia e Mirela Ribeiro Meira Arte com alunos Cegos ou com Baixa visão
2 Camila Gamino da Costa, Eliane Eckert e Mirela Ribeiro Meira Oficinas de Criação: Experiências em sala de aula na formação docente
3 Mara Rosana Leston Cezar Desenvolvimento da linguagem cinematográfica para aplicação na escola regular
4 Igor Moraes Simões e Caroline Bonilha Movimentos da arte na escola através da metodologia triangular: relato de experiência
5 Igor Moraes Simões Sobre os espaços para arte e os labirintos de sua mediação
6 Magda Gisela Cruz dos Santos e Joelma Castilhos Experenciando o desenho: o desafio e a ousadia no processo de criar
7 Roberta Benevit Leitura de Imagens: práticas possíveis de vivência das imagens da história da arte
8 André Winter Noble e Jailson dos Santos Valentim A valorização da criança e a construção do grafismo infantil
9 Tais Bohlke Rutz Percalços entre prática e teoria da educação inclusiva em artes, para alunos portadores de necessidades educacionais especiais da rede pública
10 Silvio Cesar dos Santos Franz e Cláudia Mariza Mattos Bandão Cultura visual processo de educação reflexiva. O Arte Educador e o uso de novas tecnologias em sala de aula
RELATOS DE EXPERIÊNCIAS
1 Mariana da Cruz Guimarães Ludoteca do Turismo: contribuindo para a valorização de Pelotas através de seus pequenos cidadãos
2 Cíntia Curvello Alves Educando para o turismo
3 Raryana Duarte Marth Conhecendo o patrimônio de Pelotas
4 Elias de Oliveira Pintanel Teatro: o jogo como possibilidade de ensino
5 Joelma Santos Castilhos e Jailson dos Santos Valentim Extensão universitária possibilidade de experenciar, transgredir e refletir sobre a prática docente e seus saberes
6 João Augusto Santos dos Santos Pintura Mural dos Alunos do Ensino Médio da Emem Emílio Meyer, em Porto Alegre
7 Claudia Moraes Silveira Tavares O reconhecimento de si mediado pelo olhar do outro
8 Ilma Souza Ávila e Jucenir Garcia Projeto Enem-Jaguar: Minimizando as desigualdades Sociais
9 Thais Priscila Silva de Oliveira, Jucenir Garcia da Rocha, Jéssica Mais Antunes, Darlise Nunes Ferreira e Luis Fernando Marozo Cultura afro brasileira na escola – construindo uma identidade sem preconceitos
10 Paulo Gaiger - Projeto “Quilombo teatro às favelas – despertando para a vida”
Dia 27/10/2010 (quarta -feira)
13:30h: credenciamento
14h Mesa de Abertura: O Ensino de Artes e os Referenciais curriculares do RS
Profa. Dra. Maria Isabel Petry Kehrwald (UERGS/Fundarte);
Profa. Dra. Júlia Maria Hummes (UERGS/Fundarte)
Profa. Lilia Rochedo (SME/Pelotas)
17h Dramatização: Apresentação teatral: "Agruras de um mau aluno", dramatização de trecho do livro Diário de escola, de Daniel Pennac.
Direção: Profa. Moira Stein - DMAC - IAD - UFPEL
Atores (alunos do curso de Licenciatura em Teatro - UFPEL): Hélcio Fernandes, Everton Lima, Tainara Urrutia, Tatiana Duarte
19h Mesa: Práticas criadoras em arte e educação no cotidiano escolar e na formação docente
Profa. Dra. Mirela Ribeiro Meira (FaE/UFPEL)
Profa. Dranda. Maristani Zamperetti (IAD/ UFPel/Pelotas)
Dia 28/10/2010 (quinta -feira)
8h às 12h – Comunicações - Sala 102 - ICH - Térreo
8h às 10h Oficinas
Oficina 1 – Arte na Escola: Midiateca e recursos didáticos - Profa.Dra. Ursula R. Silva(IAD/UFPEL) - Auditório IAD - Térreo
Oficina 2 – Quadrinhos em sala de aula – Profa. Ana Manuela Faria Regis (UFPEL) e o Ac. Pablo Rodrigo Santoni (IAD/UFPEL) - Auditório FaE- 3º piso
14h às 15:30 Oficinas
Oficina 3 – Educação do Sensível - Prof. Dr. João Francisco Duarte Junior (Unicamp) - Auditório FaE- 3º piso
Oficina 4 – Infância e Práticas Pedagógicas - Profa. Me. Rita Medeiros (FaE/UFPEL) - Sala 102 - ICH - Térreo
Oficina 5 – Laboração de múltiplos a céu aberto” - Profa. Dranda. Eduarda Gonçalves (IAD/UFPEL) - Em frente ao IAD
Oficina 6 – Arte, Jogos e Brinquedos - Profa. Ms. Luciana Leitão (IAD/UFPEL - Auditório IAD - Térreo
16h às 17:30 Oficinas
Oficina 7 – APROPRIAÇÃO DO OLHAR: Fotografia, Imaginário e Educação – Profa. Dranda. Cláudia M. Mattos Brandão (IAD/UFPEL) - Sala 102 ICH- Térreo
Oficina 8 – Movimento, Ritmo e Expressão Corporal na Escola – Prof.Drando. Gustavo Duarte (IAD/UFPEL) - Sala 304 - IAD - 3º piso
Oficina 9 – Desenho e Expressão na Escola - Profa. Dranda. Maristani Zamperetti (IAD/UFPEL) Sala 103 - ICH - Térreo
Oficina 10 – Teatro de Origem na Escola – Profa. Darcimary Nobre com apresentação de Grupo de Cerrito Auditório IAD - Térreo
19h Mesa: Metamorfoses Estéticas na Arte e na Educação - Auditório FaE - 3º piso
Prof. Dr. João Francisco Duarte Junior (UNICAMP);
Profa. Dra. Luciana Loponte (PPGEDU/UFRGS)
Prof. Ddo. Daniel Chinellato (IAR/UNICAMP)
Dia 29/10/2010 (sexta -feira)
8h às 12h – Comunicações - Salas 102 e 103 ICH- Térreo e Auditórios FaE - 3ºpiso e IAD - Térreo
14h Mesa: Arte contemporânea e ensino: desafios - Audtório FaE - 3º piso
“Poética e mediação e o artista e a arte educação” - Dranda. Eduarda Gonçalves (IAD/UFPEL)
“A genética não é assunto só de biologia?" - Profa. Dra. Andréa Hofstaetter (UFRGS/grupo GEARTE)
“Arte Educação e Educação Ambiental: conexões, reverberações interdisciplinares”- Prfa. Dra. Cleusa Guaita Peralta Castel (Programa de Pós Graduação em Educação Ambiental/FURG) FURG/RS)
19h Mesa Encerramento: O Ensino de Arte na escola no contexto de Pós-modernidade e cotidiano: possibilidades didática - Auditório FaE - 3º piso
Profa. Dra. Ursula Rosa da Silva (IAD/UFPEL)
Prof. Dr. Donald Kerr Jr. (IF SUL/Pelotas);
Profa. Dranda. Fabiane Tejada da Silveira (UFPEL)
Profa. Ms. Maria Fonseca Falkembach (UFPEL)
Agenda
sábado, 23 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
TOCO participará da semana acadêmica de Direito com Oficina!
Evento: 45.ª Semana Acadêmica de Estudos Jurídicos e Sociais da FD/UFPel
Período: de 27 de setembro à 1.º de outubro de 2010
Local: Salão de Atos da Faculdade de Direito/UFPel, sita à Praça Conselheiro Maciel, s/nº. - Centro - CEP 96010-030 - Pelotas/RS.
Investimento: (a) Estudantes - R$20,00; (b) Profissionais - R$30,00; (c) Estudantes bolsistas - R$10,00; (Inscrições no Saguão da Faculdade de Direito, das 9h Às 11h/das19h às 21h)
Certificação: 50 horas.
Conforme já havíamos informado, de 27 de setembro à 01 de outrubro de 2010, o Centro Acadêmico Ferreira Viana realiza a 45.ª edição da Semana Acadêmica do Curso de Direito - UFPel.
As inscrições podem ser realizadas no saguão da Faculdade de Direito/UFPel, das 9h às 11h e das 19h às 21h. O valor do investimento é de R$ 20,00 para estudantes e de R$30,00 para profissionais.
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
SEGUNDA-FEIRA, 27 DE SETEMBRO DE 2010
Manhã – 9h30
Painel de Abertura: História crítica da produção em série de bacharéis no Brasil
* Alysson Mascaro: Professor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Professor dos cursos de Mestrado e Doutorado em Direito Político e Econômico e da Graduação em Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (2002). Livre-Docente em Filosofia e Teoria Geral do Direito pela Universidade de São Paulo (2006). Advogado.
* Representante da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (ANDES)
Tarde – 17h
- Oficina de Movimento Estudantil Promoção: CORED – RS
Noite – 19h30
Painel: Identidades e opressões de gênero: Direito e subjetivação autônoma
* José Carlos Teixeira Giorgis: Desembargador aposentado do TJRS. Professor da Escola Superior da Magistratura e da Escola Superior do Ministério Público.
* Teresa Cristina Bruel dos Santos: Psicóloga. Doutora em Psicologia Social e Metodologia pela Universidade Autônoma de Madri. Pesquisadora colaboradora do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre Mulher e Gênero (NIEM - UFRGS).
* Representante do Movimento LGBT
TERÇA-FEIRA, 28 DE SETEMBRO DE 2010
Manhã – 9h
Painel: O meio ambiente e a regulamentação da (in)sustentabilidade
* Paulo Brack: Biólogo. Doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos. Representa o Ingá - Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais no CONSEMA - RS (Conselho Estadual do Meio Ambiente do RS). Professor adjunto do Curso de Ciências Biológicas e professor do Curso de Pós-Graduação em Diversidade Animal da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
* Marcelo Mosmann: Advogado.
* Althen Teixeira Filho: Pós-doutor pela Medizinische Universität Zu Lübeck (1989). Professor titular da Universidade Federal de Pelotas.
Tarde – 17h
- Oficina do Serviço de Resistência e Justiça para Autonomia (SURJA): Assessoria Popular
Noite – 19h30
Painel: Radicalização da democracia e as veredas de uma Reforma Política
* José Luis Bolzan de Morais: Doutor em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina. Pós-Doutor pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Professor da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Procurador do Estado do Estado do Rio Grande do Sul. Avaliador Externo da Università degli studi di Roma Tre e Professor convidado da Pós-Graduação da Universita degli Studi di Lecce e Universidade de Firenze. Coordenador do Núcleo de Estudos da Escola Superior da Magistratura.
* Renato Della Vechia: Mestre em Ciência Política pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Doutorando em Ciência Política pela UFRGS. Membro do Conselho Editorial da Revista História e Luta de Classes. Professor Assistente IV da Universidade Católica de Pelotas.
* Representante da Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político
QUARTA-FEIRA, 29 DE SETEMBRO DE 2010
Manhã – 9h
Mostra de Pesquisa da 45ª Semana Acadêmica de Estudos Jurídicos e Sociais da UFPel Inscrições até as 20h do dia 23/09, no valor de R$ 5,00. Os participantes do evento são isentos. Edital no sítio virtual do Centro Acadêmico Ferreira Viana
Tarde – 17h
- Oficina do Núcleo de Sexualidades (NuS)
Noite – 19h30
Painel: Ensino e aprendizado jurídico no Brasil atual
* Salo de Carvalho: Pós-Doutor em Criminologia pela Universidad Pompeu Fabra (Barcelona, ES). Professor Adjunto do Departamento de Ciências Penais da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Professor Visitante do Doutorado em "Derechos Humanos y Desarrollo" da Universidad Pablo de Olavide (Sevilha, ES). Advogado.
* Pedro Moacyr Pérez da Silveira: Professor de Filosofia do Direito da UFPel. Mestre em Educação pela UFPel.
QUINTA-FEIRA, 30 SETEMBRO DE 2010
Manhã – 9h
Painel: Educação Jurídica para que(m): emancipação social a partir do Direito
* Rosa Maria Zaia Borges Abrão: Doutora em Filosofia do Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC/RS). Vice-presidente da Associação Brasileira do Ensino do Direito - ABEDI. Membro fundador do Grupo de Estudos sobre Internacionalização do Direito e Justiça de Transição - IDEJUST.
* Representante de Movimento Social
Tarde – 17h
-Oficina Teatro do Oprimido Promoção: Grupo TOCO
Noite – 19h30
- Sessão do Dialogando com a Sétima Arte
Filme: Querô (Direção de Carlos Cortez. Brasil, 2007)
SEXTA-FEIRA, 1.º DE OUTUBRO DE 2010
Manhã – 9h
Painel: Marcos regulamentatórios do ensino superior e o diálogo em torno do Exame da OAB
* Representante da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (ANDES)
* Representante do Movimento Nacional dos Bacharéis em Direito (MNBD)
* Carlos Alberto de Oliveira: Advogado. Presidente da Comissão de Exame de Ordem da OAB/RS.
Tarde – 17h
-Oficina Inaugural do GT Estudantil de Reforma Curricular
Noite – 19h30
Painel: Direitos Humanos e Alteridade
* Celso Ludwig: Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Professor do Curso de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e do curso de Direito da Faculdade Internacional de Curitiba.
* Antonio Augusto Gasperin: Mestre em Direito pela Universidade de São Paulo. Professor de Metodologia do Direito, Teoria Geral do Direito e Direitos Fundamentais e Coordenador Setorial de Ensino de Graduação da Faculdade de Direito de Canoas (RS) do Centro Universitário Ritter dos Reis (UniRitter).
Fonte: Centro Acadêmico Ferreira Viana
Veja mais sobre este evento:
* 45ª Semana Acadêmica de Direito - FD/UFPel
* CAFV: Mostra de Pesquisa e Extensão da 45.ª SEMAC/Direito
